sábado, 11 de setembro de 2010

Capítulo 5 New life, New Pain.

Capítulo 5


Eu ainda estava assustada pelo oque ele acabou de confirmar. Ele não estava mais com o brilho no olhar que ele estava quando estava falando sobre a mulher e a filha. Os olhos dele estavam preto fosco...sem brilho. Percebi que ele sofria em falar sobre oque aconteceu em Volterra... Eu não queria que ele fosse forçado à lembrar, então me manisfestei.

- Se você desejar, não precisa me contar oque aconteceu, vejo que é difícil para você...

- Está tudo bem. Eu já superei. Já foi mais difícil falar sobre isso. Pensar sobre isso. Mais com o tempo, foi ficando mais fácil.

Hmm, "ficando mais fácil"... Pensei nisso 1 segundo. Será que algum dia será mais fácil falar e pensar sobre os Cullens? Minha mente me deu a resposta na hora que pensei o sobrenome dele. Não, nunca seria mais fácil. Eu queria poder falar deles com naturalidade, mais o famoso buraco no peito não permite. Olhei para Thomas com olhar de compreensão e curiosidade, dizendo com o olhar que ele pode continuar quando quiser. Ele entendeu e assentiu.

- Ok, Bella. Continuando, Hayley nos fez entrar em Volterra. E assim fizemos. Entramos na cidade e procuramos um hotel para passarmos a noite. Achamos um hotel bem simples, pois logo de manhã iríamos voltar para Montepulciano, já que nesse dia, faltavam apenas 2 semanas para as aulas de Hayley começarem e ainda teríamos que arrumar um emprego e uma boa escola para Hay estudar.

"Deixamos as coisas no hotel fomos andar pela cidade. Estava tendo um show de uma banda local no centro da praça principal, e quase a cidade inteira estava lá, ou andando por aí pela cidade. Assistimos a banda até que Mona cansou de ficar de pé e nós fomos até o banco de praça mais próximo e nos sentamos. Ficamos conversando até uma mulher loira se aproximar."

Nessa hora eu estaquei. Ele também estava tenso.

"Ela veio até nós e disse 'Olá, eu sou Heidi, eu sou guia turística e estamos oferecendo aos visitantes um passeio gratuito pelo castelo Volturi, aquele lá' Ela apontou para as torres altas, o castelo dos Volturi, e voltou à falar 'vocês aceitam?' Hayley, que estava olhando para as torres com os olhos brilhando, olhou pra mim e emplorou para que fossemos. Eu não via porque não e nem Mona, então aceitamos."

"Heidi nos pediu para segui-lá, e assim fizemos. Ela tinha a pele branca como mármore, era loira tinha olhos violeta, oque hoje sei que resultam de uma lente azul em olhos vermelhos. Nós à seguimos e nos juntamos à um grupo de pessoas que também estava fazendo o "passeio turístico". Tinha 15 pessoas, conosco 18 . Ela nos levou pelo corredorres nos falando dos quadros e das estátuas. Hayley e Mona estavam super empolgadas."

"Estávamos andando em um corredor que tinha uma grande porta no final, quando ela parou, olhou para trás e disse 'Agora vocês irão conheçer a corte de Volterra, os Volturi, por favor, aconteça oque acontecer, façam silêncio a não ser que eles lhe peçam para falar algo.' E então ela abriu a porta. Todos nós entramos e ficamos de boca aberta com a beleza de todos naquela sala. A porta atrás de nós foi fechada. Ninguém falou nada, respeitando a ordem de Heide. Todos, menos Hayley. 'Olá, eu sou Hayley. Então vocês são os Volturi?' Todos os olhos se viraram para ela. Naquele minuto eu não entendia o perigo que isso era, então apenas abaixei e sussurrei no ouvido dela 'Você não ouviu oque Heidi disse? Silêncio!' Ela abaixou a cabeça e murmurou um 'Desculpe'.

"Então ela levantou a cabeça, e imagino que a primeira coisa que ela viu foram 8 pares de olhos vermelhos olhando para ela, porque a mão dela voou para a boca sufocando um grito e ela arregalou os olhos. Todos nós nessa hora olhamos para ela com os confusos e eu perguntei 'oque foi agora?'. Ela olhou para mim ainda com as mãos na boca, respirou fundo, retirou as mãos da boca e sussurrou com uma voz apavorada 'os olhos deles'. Todos olhamos para as oito pessoas que naquela sala estavam, ainda olhando para Hayley com um olhar que dizia 'você devia ter ficado quieta'. "

"Na sala tinha 3 tronos que ficaavam os "chefões" e os outros 5 ficavam dois de um lado e três do outro lado das cadeiras antigas. O que estava sentado no trono do meio se levantou e andou até ficar à dois metros de nós e disse 'Olá, meu nome é Aro, esses são Caius'apontou para o loiro sentado à sua direita 'Esse é Marcus' Apontou para o outro à sua esquerda, que tem cara de entediado e cabelos negros até os ombros 'E aqueles são Jane, Alec e Felix e Demetri e Eleazar' Apontou para uma pequena garota loira, um garoto que estava ao lado da menina que se parecia muito com ela, um grandão que pareçia ter passado a vida na academia e tomando esteróides ,um homem magro e alto de rosto fino ao lado do grandão e um homem sério que parecia estar em torno dos 32 anos de idade e de expressão cansada."

"Todos olhavam para eles de olhos arregalados. Eu puxei Mona e Hayley pela cintura, para mantê-las perto de mim. Ninguém falava nada. Aro continuou 'Esses 5 são meus guardas favoritos, por isso estão aqui comigo e meus irmãos.' Ele olhou para Hayley e depois desviou os olhos e ficou sério 'Bem, vou distribuir vocês em 10 duplas e cada dupla vai para um lugar na sala' Aro disse isso e eu apertei mais as duas em mim. Eu já tinha decidido que não iria deixar nenhuma delas se separar de mim. Mais todos já tinham percebido que iríamos todos morrer e que não era nenhum que poderia tomar sequer uma decisão."

"Todos estavam em duplas em certos lugares na sala, menos nós 3 e mais uma garota. Aro nos olhou 'Posso saber o nome de vocês quatro?' Ele perguntou mais ninguém respondeu. Ele disse mais sério 'Eu já percebi que são teimosos.Eu quero saber seus nomes' Ninguém respondeu, ele já ia falar alguma coisa quando Hayley o interrompeu rapidamente 'Eu sou Hayley Calleguer e esses são meus pais Thomas e Monaliza Calleguer. Essa moça aqui eu não faço idéia de quem seja' Na hora eu fiquei bravo com ela, ela era tão abusada! Será que ela não via o perigo que estavamos correndo? Parecia que não."

"Aro também percebeu que ela não estava com medo 'Está tudo bem ma petit, eu só queria saber que são vocês três, agora por favor um de vocês queira ir com a moça.' Eu não ia deixa-las, nunca, mais eu não tinha alternativa dei um beijo na cabeça de Hayley, mas Mona olhou para mim e disse 'Eu vou com ela, proteja nossa filha, eu sei me cuidar' Eu sabia as palavras que na verdade ela queria dizer, Se você for nós duas vamos ficar desprotegidas. E tem como evitar que uma fique, então que assim seje. Eu à olhei, à abraçei e sussurrei um 'eu te amo' em seu ouvido. Ela fez o mesmo com Hayley, que também estava ciente da situação. Eu chorava, Mona chorava, todos choravam, menos Hayley, ela estava querendo se mostrar forte, eu nunca vi ela chorar desde os seus niversário de 10 anos, quando o cachorro do vizinho a mordeu."

"Ela sabia que iria morrer, mais não chorava eu entendia porque. Uma vez ela me disse que quando ela morresse, ela iria enfrentar a morte de cabeça erguida e não ia reprimir nada que quisesse fazer, a não ser chorar. Disse que nunca choraria por nada que não gostasse dela e quisesse seu mal. Mona largou Hayley e seguiu para a moça. Pegou as mãos de sua parceira e foram para o local indicado por Aro, que assitia a cena sem expressão. "

"Hayley olhou para mim, sorriu um pouco e disse 'eu te amo, não importa oque aconteça, sempre estaremos juntos, infinitamente" e tocou o colar, que o pingente era o símbolo do infinito (∞). Ela sempre dizia que era o símbolo dos Calleguer, pois nosso amor era um amor infinito. Aro se manifestou 'Bem, cada Volturi siga para sua dupla.' Ele andou em minha direção e de Hayley, mais então, Hayley apertou forte meu braço. Eu olhei para ela ela estava com uma expressão de ódio que eu nunca tinha visto antes. Nem quando eu bati em seu namorado (agora ex), ela fez essa expressão. Até eu fiquei assustado. Aquilo estava além do ódio. Aro continuou se aproximando e então quando estava à meio metro de nós, pegou meus braços e os tirou de Hayley. Eu lutei, mais nada adiantava, ele era mil vezes mais forte do que eu."

"Ele me colocou de lado e falou que se eu ficasse quieto, Hayley sofreria menos. Eu não queria ver minha filha sofrer. Escostei na parede. Os olhos de Hayley estavam vidrados em Aro com um ódio que emanava dela. Ela seguia com os olhos os passos dele enquanto ele andava até ela."

"Em volta de nós, muitos já tinham morrido, mais eu não me importava, eu apenas estava focado em Hayley. Aro chegou perto dela e tirou os cabelos de seu pescoço. Nesse momento eu descobri oque ele era. Ele estava aproximando o rosto do pescoço dela quando Eleazar larga sua presa e grita 'ARO NÃO!!'

Capitulo 4 New life, New Pain

Capitulo 4


Logo após eu contar minha história, ele começou a contar a história dele.

- Meu nome é Thomas David Calleguer, eu nasci no ano de 1560 a.c. Eu vivi em Roma até os meus 20 anos, era uma vida calma e normal, e depois me mudei para Montepulciano, onde criei uma vida- Eu ouvia tudo atentamente. Eu queria saber tudo sobre ele, já que estava disposta à viver com ele. Eu prescentia que seríamos ótimos amigos. Ele continuou.

- Eu já não tinha pais e nem família naquela época. Eu vivia sozinho, já estava acostumado. Era sempre eu e minha música. E antes que você me pergunte, sim, eu sou músico. - Músico? Edward era músico. Eu sentia falta da minha canção de ninar. Repassei ela em minha mente, e por incrível que pareça, me alegrou profundamente. Talvez esse Thomas pudesse me ensinar a tocar alguns instrumentos. Eu poderia ter alguma dificuldade, mas tínhamos a eternida para isso não é mesmo? Eu me lembrava perfeitamente da música, apesar das lembranças estarem nubladas. Eu poderia tocá-la. Eu poderia achar Edward e tocar pra ele. Não, Isabella, ele te deixou, ele não quer te ver nunca mais. Isso me entristeceu novamente, mais não apagou minhas esperanças. Talvez eu poderia me envolver com música. È uma boa forma de colocar tudo para fora. Idéias loucas. Estou enlouquecendo. Resolvi prestar atenção em Thomas.

"Passou 1 ano tempo, eu viajei à passeio para o Brasil e lá conheçi uma linda moça chamada Monaliza Krem. Ela era magnífica. Cabelos negros na época, apesar de sempre mudar; branca, olhos cor de chocolate, corpo esbelto e um sorriso que te deixa sem ar. Ela tinha uma personalidade forte, era guerreira, não tinha obstáculos da vida que ela não ultrapassava sem um sorriso no rosto; Ela não pensava muito antes de dizer alguma coisa, e dávamos boas risadas por conta disso. Ela também era infantil, adorava brincadeiras e tinha espírito de criança. Amava comprar sapatos."
"Nós nos apaixonamos, nos amamos, e logo após nos casamos. Depois de casados 2 anos, Mona ficou grávida, e daí nasceu Hayley Calleguer Krem. Uma linda menina de olhos e cabelos cacheados cor de chocolate, um pouco mais branca que a mãe e muito parecida com a mesma. Hayley cresceu e a cada dia ficava mais madura. Ela amava conhecimento e era muito inteligente. Hayley tinha 13 anos e eu e Mona queríamos nos mudar de país. Hayley adorou a idéia. Eu dei a opção de voltar para Montepulciano, já que possuia uma casa lá. Hayley surtou de alegria, ela amou a idéia, apesar de que depois de um minuto gritando pra lá e pra cá, parou na nossa frente, abaixou a cabeça e murmurou 'Eu amo massa, mais eu não vou poder comer muito. Engorda' Ela e a mãe dela sempre foram assim, paranóicas com a barriga, podemos dizer, apesar de sempre serem do tamanho ideal. Decidimos esperar Hay terminar o ano escolar, já que faltava apenas 4 meses. Hayley não gostou da idéia, mais aceitou por não ter que entrar em outra escola no segundo semestre. E ela iria aproveitar esse tempo para aprender à falar italiano"

Durante o tempo que ele foi contando, eu fiquei imaginando a vida dele. Ele teve uma boa vida... Percebi também que ele amava muito a filha dele. Crei um amor especial por Thomas Calleguer, Monaliza Krem e Hayley Calleguer Krem em minutos. Pelo oque sei de Hayley até agora, é que ela é uma ótima menina.

"Os quatro meses se passaram e tudo estava em ordem. Hayley e Mona sabiam falar italiano perfeitamente. Até convesávamos para treinar. Nos mudamos para a Itália. Não levamos muitas coisas, apenas pertences, já que minha casa em Montepulciano já era mobiliada e eu pagava uma pessoa para tomar conta dela. Hay e Mo amaram a casa, era espaçosa, grande e tinha um estúdio musical, o qual Hayley não saía de dentro. Eu sempre achava que ela amava mais a música do que dela própria. Eu tinha muito dinheiro guardado, por não ter com oque gastar, então estava despreocupado com relação à isso. Eu amava gastar meu dinheiro com minhas meninas. Mona era bem controlada quando queria, ao contrário de minha filha. Hayley era responsável, mais não à leve em um shopping se não tiver umas notas sobrando na carteira."

"Ainda faltava 2 meses para o término das férias de Hayley. E nós decidimos explorar o país. Depois voltaríamos e arranjarímos escola para Hayley e um seviço para mim e Mona. Fizemos as malas e fomos. Piombino, Grosseto, Livorno, Cecina, Siena, Firenze foram algumas das cidades que visitamos. Estávamos entrando apenas em cidades grandes, mais Hayley insistiu que entrássemos em Volterra para passar a noite, pois estava tendo um festival."

Eu que estava ouvindo tudo sem interromper, na hora que ele disse "Volterra", congelei e arregalei os olhos. O quadro de Carlisle veio em minha cabeça. Aro, Marcus e Caius. A "corte" vampírica. Tive que perguntar para saber se realmente eu ouvi certo.

- Você disse Volterra? - Perguntei de olhos arregalados.

- Sim, eu disse Volterra. - Ele disse com uma frieza que eu não tinha vivenciado ainda...Ele parecia tão feliz o tempo todo. Eu pressentia que essa história não tinha um final feliz e que os Volturi, sim, os Volturi, estavam de uma forma que eu me recuso à imaginar, estão incluídos nessa parte de sua vida.

Capítulo 3 New Life, New Pain.


Capítulo 3


POV Bella
Eu não faço idéia de quantos dias eu fiquei queimando. Eu já não conseguia pensar. Era só fogo, fogo e fogo. E cada vez pior. A única coisa que eu podia sentir era o meu coração. Ele está batendo cada vez mais fraco.
Deve ter passado muito tempo, mais a dor não parava. Eu tinha percebido muitas mudanças. Uma parte da minha mente estava totalmente consciente da dor, mais tinha outra parte que estava atento à tudo que acontecia à minha volta. Eu podia ouvir o barulho do mar muito perto. Isso me distraía. Eu também podia ouvir a respiração do vampiro que me "salvou". Eu estava curiosa sobre ele. Quem era ele? Eu sentia cheiro de flores, areia, água do mar, árvores e o cheiro do vampiro. O cheiro dele era bom, lavanda, frésia... Mas tinha um toque de coisas antigas, como um móvel antigo.
De repente, meu coração bateu tão alto que até um humano a dois metros de distância poderia ouví-lo. Mas ele parou. Aquela foi a útima batida do meu coração.
Então, eu abri os olhos.
Estava tudo muito iluminado e claro, eu podia ver tudo. Cada grão de poeira, cada raio de luz.
Fui interrompida por meus novos instintos. Senti uma presença desconhecida do meu lado e meio segundo depois eu estava do lado da cama em posição de ataque. Eu nem vi meu próprio movimento.
- Hey, calma mocinha. Eu sou Thomas Callegher. Eu não vou te machucar.
Ele era alto, magro, olhos cor de rubi. Ele era bonito, tinha cara de pai.
- Porque você me salvou? Porque você me trouxe para cá? Onde eu estou? Quem é você? Onde está Victoria e Laurent? Você é amigo deles? Oque eu vou fazer agora?
- Opa. Calma menina. Eu quero cuidar de você. Eu te salvei porque você estava lá e aqueles lobos iriam te matar se continuasse lá. Te salvei porque você me lembra minha filha que eu perdi 3000 anos atrás. Eu não sou amigo dequeles outros vampiros que fugiram dos lobos. Você está em uma ilha que eu vivo à cinco anos. Eu te salvei, mais você pode fazer oque você quiser pela frente. Pode viver comigo ou seguir seu próprio caminho. Eu vou te contar oque você quiser. Só te peço para não me atacar.
Eu saí da posição de ataque. Eu podia ver que ele era bom. Iria ficar com ele por um tempo. E
- Você quer saber oque você é? - Ele me perguntou.
- Eu sei que eu sou uma vampira.
- Aah. e como você sabe isso.?
- Eu já conheçi vampiros quando eu era humana.
Agora que eu lembrei dos Cullens a dor no peito foi mais intensificada. Eu achei que não aguetaria. Acho que o Thomas percebeu isso.
- Eles te fizeram mal não é?
- Não exatamente.
- Você quer me contar?
- Eu não sei... - Sim, eu queria contar para ele, será que eu podia confiar? Acho que sim - Sim, eu te conto minha história, mais só se você me contar a sua depois. E prometer nunca me abandonar se eu ficar com você.
Ele sorriu.
- Eu prometo nunca te abandonar. E sim, eu te conto a minha hitória.
Nós nos sentamos na cama e eu contei a minha vida toda pra ele. As vezes eu soltava um soluço e ele me disse que aquela era nossa forma de chorar.
Foi muito difícil para mim relembrar cada instante da minha vida. As lembranças eram embaçadas, eu via a vida com outros olhos, literalmente... Agora tudo está diferente.
Uma nova vida, uma nova dor.










Capítulo 2 New Life, New Pain.

Capítulo 2


Tudo o que aconteceu a seguir foi rápido demais, e se eu não estivesse prestando atenção, não veria exatamente nada.
Na segundo que Victoria recuou, eu sabia que era minha hora.
Eu queria que ela acabasse logo com tudo aquilo, queria que ela fosse rápida o bastante para eu não sentir dor. Eu não queria sentir mais nenhuma dor, eu queria acabar com essa dor em meu peito que começou desde quando ele me deixou. E usaria Victoria para isso. "Bella. pare de mentir para si mesma" eu pensei. Eu não queria morrer, só estava tentando ver o lado bom de Victoria me matar.
Fui trazida de volta para a realidade quando de depois de recuar, Victoria avançou em meu pescoço com fúria, ódio. Ela cravou seus dentes em mim e os senti rasgando a minha pele. Gritei de dor.
Eu podia sentir seu veneno entrando em minha corrente sanguinea, e meu sangue saindo de minha veia. Eu senti meu corpo ficando mole e suas mãos frias segurando em minhas costas por cima da blusa.
De repente eu caí no chão. Victoria não sugava mais meu sangue.
E então botaram fogo em mim.
Não. Eu sabia que não era fogo, eu já tinha sentido isso antes, com James. Era o veneno. Porque eu não morri ainda? Porque Victoria parou? Eu não entendia. Mais eu ainda conseguia pensar, eu conseguia ver tudo oque estava acontecendo.
Eu ouvi rosnados, e então 6 ursos enormes saíram da floresta. Não, aquilo não eram ursos, era lobos. Mais daquele tamanho? Eles eram de cores variadas, mais o que me chamou atenção foi o castanho-avermelhado. Os olhos enormes dele me lembraram Jake. Eu iria sentir saudade de meu amigo.
A queimação piorou, ninguém vai me matar? Eu estava me transformando. Iam deixar que isso acontecesse? Eu desejei mentalmente que aqueles lobos me matassem, mas eles atacaram Victoria e Laurent, então os dois saíram correndo tão rápido que eu só vi um borrão. Os 6 lobos foram atrás deles, mais o lobo que me chamou atenção, parou perto de mim, e uma coisa que imaginei ser uma lágrima do tamanho de uma bola de tênis caiu de seus olhos castanhos. Como se lamentassem me ver ali me contorcendo de dor. E depois ele saiu atrás dos outros, me deixando sozinha com minhas chamas interiores.
De repente eu não estava mais no chão, alguma coisa me pegava no colo. Mãos frias me tiravam do chão e eu tive certeza que quem quer que fosse, era um vampiro. Depois de um segundo ele ou ela estava corredo comigo no colo. A sensação tão familiar me relaxou, me fazendo por um instante esquecer as chamas em meu peito. Pelo jeito que ele corria eu tive certeza que era um homem, seus movimentos não eram graciosos como os de Alice, Esme ou Rosalie. Seus movimentos me lembravam Carlisle. Era agilidoso e cuidadoso. Parecia que estava tomando cuidado para não me machucar.
Eu senti que ele estava me coloando em alguma coisa de madeira que balançava, talvez um barco. Minhas chamas me tiraram a concentração e eu caí na escuridão.


POV Jacob [bônus]


Eu estava fazendo patrulha em volta de forks e de repente eu ouço um grito. Não era um grito qualquer, era um grito de dor, de angústia. Meus instintos me diziam que algo estava errado, uma sensação ruim me dominava. Meus pensamentos voaram para Bella, oque será que ela está fazendo agora? Aquele grito me lembrou ela. Corri com toda minha velocidade na direção do grito. Mas eu parei, senti cheiro de dois sanguessugas. Doce, eca. Quil estava patrulhando na reserva e já tinho ido chamar o resto do bando. Depois de alguns segundos o bando todos nós estavamos correndo para o lugar que os sanguessugas estavam.
Chegamos juntos à uma espécie de clareira que tinha dois vampiros e uma humana, uma menina que eu conheçia como minha metade. Bella. Que diabos!!
O vampiro de dreads nos viu primeiro e fugiu. Eu não esperava essa reação. Mais ele não parecia que sabia lutar.
A vampira ruiva que estava com Bella, tinha cravado os dentes no pescoço de minha amada, a fazendo gritar de dor. Eu avançei na vampira e ela soltou Bella, que caiu no chão por falta de força. Droga.! O bando estava concentrado na luta mais eu só pensava em Bella. Me lembrei que primavera passada ela estava internada em um hospital em Phoenix por causa de outro sanguessuga chamado James. Eu apenas sabia que Edward Cullen tinha sugado o veneno de seu sangue para que ela não fosse transformada. Era a única coisa boa que ele fez desde que a conheçeu.
Mais agora ele não estava aqui e Bella estava no chão, com seu corpo se contorçendo por causa da dor da trasformação, imagino.
A vampira saiu correndo atrás do outro vampiro e o bando os seguiu. Eu parei e olhei Bella, eu estava triste e uma lágrima de lobo caiu de meus olhos. Ela me olhou. Ela não sabia que eu era um lobisomem, mais deve ter visto a semelhança nos meu olhos. Sam me chamou em pensamento e eu tive que ir. Corremos atrás dos vampiros até a ponta do penhasco. Eles pularam na água, mas nós paramos. Não tínhamos vantagens na água. O bando e eu voltamos para a clareira para ver Bella e decidir o que faremos, estavam todos tristes e me consolando, pois ou a matava ou a deixava se transformar. De qualquer jeito eu iria perde-la. Quando chegamos na clareira nos assustamos. Bella não estava lá. Sentimos o cheiro de outro vampiro e seguimos o rastro até a praia. E então o rastro acabou. Eu estava apavorado. E Bella? Ele entrou com ela na àgua? Eu a perdi...

Capítulo 1 New Life, New Pain.

Capitulo 1.

Bella POV.

Aqui estou eu. Na clareira que me lembra os dias mais felizes da minha vida. Eu pensei que ia ficar inconsiente só pela dor que exalava de mim desde o momento em que atravessei as samambaias e entrei em nossa clareira. Ela continuava linda. Mais estava sem o brilho que sempre teve quando eu e ele estávamos aqui. Talvez fosse por isso, porque está faltando uma pessoa para completar esse lugar. Como pode ser nossa se estou aqui sozinha. Pensar nisso me corroeu. Minhas pernas ficaram fracas e eu caí de joelhos, arranhando-os juntamente com minhas mãos, que usei para me apoiar. Os machucados ardiam, mais eu preferia sentir esse machucado um milhão de vezes do que sentir a dor que eu estou sentindo no peito. A dor fazia meu corpo inteiro latejar.
Minha mente estava me levando ao passado, me lembrando dos nossos momentos nesse lugar. Me lembrava perfeitamente de cada detalhe dele. A boca que eu amava, os olhos cor de ouro derretido ou mesmo de ônix profundo, não importa, eram perfeitos. O nariz, o queixo, as orelhas, tudo nele era deslumbrante. E os cabelos, eu realmente amava aqueles cabelos cor de cobre e desgrenhados, me lembro que por mais bagunçados que estavam, dava vontade de passar a mão e bagunçar ainda mais.
Pensar nele me doía, mais eu não podia evitar, além disso, eu não queria deixar de pensar nele, me recusava a esquecer cada detalhe dele. Apesar de que ele era inesquecível, não podia sequer tentar esquece-lo. Minha mente se negava, juntamente com minha alma e minha força de vontade.
Eu imaginei agora como deve estar sendo difícil para Charlie ver sua filha desse estado "zumbi" que eu estou agora, como dizem os médicos. Mais eles não ajudavam. Muito ao contrário, cada vez que eu os via me lembrava de Carlisle. Ele era realmente um pai para mim, e eu queria que ele estivesse aqui. Ele passa confiança e compaixão. Ele me disse que era como um dom. Que todos trazem algo da vida humana. As vezes imagino como eu seria se me tornasse uma vampira. Pensar nisso me doía ainda mais, pois eu sabia que isso estava fora de cogitação agora. E eu agora não queria que isso acontecesse. Como vou viver a eternidade sem ter ele ao meu lado? Será que se eu me tornasse uma vampira ele voltaria pra mim? Eu acho que não, pois quando ele foi embora, ele disse que eu não era boa o sufuciente pra ele, ele não me queria.
No momento que pensei essa última frase. Eu explodi. Foi um grito tão alto e cheio de dor que eu me pergunto se deu para ouvi-lo da cidade. Lágrimas rolavam descotroladamente por minhas bochechas.
Nessa hora me lembrei de Jacob. Ele anda fazendo tanto por mim. Aguentando minha depressão e sempre me consolando. Eu devia muito para ele. Ele é o melhor amigo que alguém pode ter. Eu sabia que ele não me apoiaria por eu ter vindo aqui. Ele me ajuda tanto para eu tentar me "recontruir" e eu venho aqui e acabo com tudo, destruo tudo oque agente construiu.
De repente, um instinto de auto-preservação que eu nunca tive me atacou. Eu não sabia oque era, mais continuei pensando sobre minha vinda aqui. Passou um minuto e uma voz que eu conheçia me tirou de meus devaneios.
- Olá Bella. - A voz falou. Eu rapidamente olhei para cima para ver se era mesmo real, e o vi. Ele estava mesmo ali, à alguns metros de mim. Eu não acreditava. Mais eu percebi que ele esperava alguma reação de minha parte. Eu olhei em seus olhos e percebi que estavam negros, com sede. Sequei as minhas lágrimas e o respondi:
- Olá Laurent. - respondi com minha voz surpresa rouca por causa do choro.
- Como vai Bella? - Ele me perguntou. Eu não sei oque deu em mim, mais meu interior riu com essa pergunta. Como ele acha que estou? Aqui nessa campina sozinha com o rosto inchado de tanto chorar? Resolvi ser sincera.
- Não muito bem e você?
- Bem melhor agora que te encontrei. - Oque ele quis dizer com isso? Que está feliz de me ver?
- Oque você faz aqui? - Tomei liberdade de perguntar. Ele sabia que o território é ocupado. Ou melhor, já foi ocupado, agora esse território estava vazio.
- Vim visitar os Cullens, mais encontrei a casa vazia. Eles se mudaram? Fico surpreso que eles se mudaram e te deixaram aqui. Você não era o bichinho de estimação deles? - A pronúncia do nome de minha sonhada família me doeu o coração e meu corpo estremeceu. Mais me lembrei que Laurent esperava uma resposta, então respondi indiferente.
- Sim eles se mudaram. Não posso responder a segunda pergunta. - Fiquei com raiva pelo modo que ele me chamou. Mais eu sabia que era verdade.
- Oh minha querida não se ofenda, foi apenas um modo de falar. Bem, vou te explicar porque estou aqui, você mereçe saber. Eu estava em Denali, vamos dizer assim, que eu criei um "caso" com Irina. Então Victoria foi até a mim dois dias atrás, e me pediu ajuda para te matar - estremeci quando ele disse isso, pensei em correr, mais sabia que era caso perdido, eu sentia minha morte chegando, eu já lutei muito contra ela e tenho sorte de estar aqui hoje - Já que pensávamos que os Cullens estávam com você, esperaríamos que você estivesse sozinha e te mataríamos de uma forma bem cruel para ser sincero. Nós realmente não esperávamos te encontrar aqui sozinha, mas então te ouvi gritando e vim ver oque era. Mas nós não mudamos nosso propósito de estar aqui pelo fato de que você está abandonada. - Uma coisa me chamou atenção e eu tive que interrompe-lo.
- "Nós"? Victoria está aqui? - eu estava apavorada.
- Sim querida, eu estou aqui. - A pessoa que eu menos desejava ver no mundo saiu de dentro das matas. Seus cabelos vermelhos balançavam como uma fogueira a cada passo que ela dava. Seus olhos estavam um escarlate brilhante, eles cintilavam. O andar era o mesmo andar felino que eu vira no campo de baseball primavera passada. Ela olhava nos fundos dos meus olhos com uma espressão de ódio e de desejo, imagino que de me matar.
Eu realmente agradecia por ter vindo aqui, pois se eu não viesse, eles iam me procurar na cidade, na casa de Charlie. Eu não podia correr o risco de morrer e levar alguém comigo, eu tinha que pagar pelos meus erros sozinha. Eu estava paralisada.
- Victoria. - Falei apenas, não conseguia dizer mais nada.
- Bem querida, você já sabe porque nós estamos aqui. Então não tente dificultar as coisas, pois só vai piorar para você. Eu realmente sinto pena de você, pois você vai pagar pelos erros do seu namoradinho. Aliás, acho que ele não se importa não é, porque ele te deixou aqui, sem nenhuma proteção depois de ter te exposto tanto ao nosso mundo. Então, já que ele não vai se importar mesmo, eu vou mudar meus planos. O que eu quero dizer é que eu tinha preparado para você uma morte dolorosa, filmar e deixar para o seu namorado. Mais ele não está mais aqui, então eu vou fazer isso rápido. Eu estou louca para provar desse seu sangue doce e cheiroso, então eu vou te morder e apenas sugar todo o seu sangue. Mas as coisas não vão ser tão fáceis assim, eu apenas vou causar menos machucados, pois eu vou sugar seu sangue bem devagar, vou desfrutar do sabor. Vai ser menos doloroso se você não se mexer.
Já fazia alguns minutos que eu tinha entrado em choque. Eu apenas ouvia, meu celébro calculava cada palavra que ela dizia, mais eu não conseguia mover um músculo sequer. Então ela veio andando em minha direção bem devagar. Eu queria correr, queria gritar. Mais não conseguia. Eu a senti chegando perto de mim, agora ela estava a meio metro de mim. Eu senti sua mão fria colocando meu cabelo para trás do meu ombro e meu corpo se arrepiou com o toque gelado tão familiar. Ela estava sendo cuidadosa, carinhosa, delidaca até. Coisa que eu não esperava. Senti seu hálito em meu pescoço. Ela me cheirou. Eu achei isso estranho. Então ela recuou.
E aí aconteceu.

Sinopse New Life, New Pain.

Depois que Bella é deixada pelo amor de sua vida em Lua Nova, coisas diferentes do roteiro acontecem. Entre elas sua transformação.

domingo, 18 de julho de 2010

Meu blog

Aahh. até que não é tão ruim escrever aqui...
Criei este blog à meses, mais nunca achei utilidade.
Até que hoje, o meu irmão e a namorada disseram que se eu quisesse ajuda, poderia falar com ela.
Eu aceitei na hora. Ela me explicou algumas coisas mais depois eu falei pra ela que poderia fazer sozinha. Tudo bem, arrumei, deixei bonitinho até. Mais ainda não vejo utilidade. È pra mim reclamar da vida e desabafar? ótimo, se for isso pode até ser útil.

Bem, hoje não fiz merda nenhuma. A mesma coisa de sempre.
Acordei, fui na cozinha, tomei um leite com pão (era pra ser café da manhã, mais era 2 da tarde)viim pro meu pc, li umas histórinhas, comi macarrão como se fosse meu almoço, apesar de que eram 5 da tarde, e esperei minha mãe chegar. Eu já tava cansada e com sono e me arrumando pra dormir. Mais aí chega uma cambada de gente aqui em casa. Afonso, Renato, Bruno, e Emily. Bem, Afonso e Renato já estou acostumada, mais o Bruno é um menino muito interessante, nunca tive nada contra bissexuais, e não é de hoje que vou mudar. Mais eu não simpatizei com a Emily... Eu acho que eu poderia chamar ela Emule, porque ela só presta pra conseguir informações e coisas. Eu juro que não vi ela sorrindo uma única vez. Só fala em PUC, Unicamp, faculdade federal, estadual e coisas desse tipo, e olha que agente estava em uma conversa informal. Mais enfim, depois que fomos levar o Bruno em sua casa, finalmente nos trouxeram para casa. Cansada e sem paciência. Mais em casa.