sábado, 11 de setembro de 2010

Capitulo 4 New life, New Pain

Capitulo 4


Logo após eu contar minha história, ele começou a contar a história dele.

- Meu nome é Thomas David Calleguer, eu nasci no ano de 1560 a.c. Eu vivi em Roma até os meus 20 anos, era uma vida calma e normal, e depois me mudei para Montepulciano, onde criei uma vida- Eu ouvia tudo atentamente. Eu queria saber tudo sobre ele, já que estava disposta à viver com ele. Eu prescentia que seríamos ótimos amigos. Ele continuou.

- Eu já não tinha pais e nem família naquela época. Eu vivia sozinho, já estava acostumado. Era sempre eu e minha música. E antes que você me pergunte, sim, eu sou músico. - Músico? Edward era músico. Eu sentia falta da minha canção de ninar. Repassei ela em minha mente, e por incrível que pareça, me alegrou profundamente. Talvez esse Thomas pudesse me ensinar a tocar alguns instrumentos. Eu poderia ter alguma dificuldade, mas tínhamos a eternida para isso não é mesmo? Eu me lembrava perfeitamente da música, apesar das lembranças estarem nubladas. Eu poderia tocá-la. Eu poderia achar Edward e tocar pra ele. Não, Isabella, ele te deixou, ele não quer te ver nunca mais. Isso me entristeceu novamente, mais não apagou minhas esperanças. Talvez eu poderia me envolver com música. È uma boa forma de colocar tudo para fora. Idéias loucas. Estou enlouquecendo. Resolvi prestar atenção em Thomas.

"Passou 1 ano tempo, eu viajei à passeio para o Brasil e lá conheçi uma linda moça chamada Monaliza Krem. Ela era magnífica. Cabelos negros na época, apesar de sempre mudar; branca, olhos cor de chocolate, corpo esbelto e um sorriso que te deixa sem ar. Ela tinha uma personalidade forte, era guerreira, não tinha obstáculos da vida que ela não ultrapassava sem um sorriso no rosto; Ela não pensava muito antes de dizer alguma coisa, e dávamos boas risadas por conta disso. Ela também era infantil, adorava brincadeiras e tinha espírito de criança. Amava comprar sapatos."
"Nós nos apaixonamos, nos amamos, e logo após nos casamos. Depois de casados 2 anos, Mona ficou grávida, e daí nasceu Hayley Calleguer Krem. Uma linda menina de olhos e cabelos cacheados cor de chocolate, um pouco mais branca que a mãe e muito parecida com a mesma. Hayley cresceu e a cada dia ficava mais madura. Ela amava conhecimento e era muito inteligente. Hayley tinha 13 anos e eu e Mona queríamos nos mudar de país. Hayley adorou a idéia. Eu dei a opção de voltar para Montepulciano, já que possuia uma casa lá. Hayley surtou de alegria, ela amou a idéia, apesar de que depois de um minuto gritando pra lá e pra cá, parou na nossa frente, abaixou a cabeça e murmurou 'Eu amo massa, mais eu não vou poder comer muito. Engorda' Ela e a mãe dela sempre foram assim, paranóicas com a barriga, podemos dizer, apesar de sempre serem do tamanho ideal. Decidimos esperar Hay terminar o ano escolar, já que faltava apenas 4 meses. Hayley não gostou da idéia, mais aceitou por não ter que entrar em outra escola no segundo semestre. E ela iria aproveitar esse tempo para aprender à falar italiano"

Durante o tempo que ele foi contando, eu fiquei imaginando a vida dele. Ele teve uma boa vida... Percebi também que ele amava muito a filha dele. Crei um amor especial por Thomas Calleguer, Monaliza Krem e Hayley Calleguer Krem em minutos. Pelo oque sei de Hayley até agora, é que ela é uma ótima menina.

"Os quatro meses se passaram e tudo estava em ordem. Hayley e Mona sabiam falar italiano perfeitamente. Até convesávamos para treinar. Nos mudamos para a Itália. Não levamos muitas coisas, apenas pertences, já que minha casa em Montepulciano já era mobiliada e eu pagava uma pessoa para tomar conta dela. Hay e Mo amaram a casa, era espaçosa, grande e tinha um estúdio musical, o qual Hayley não saía de dentro. Eu sempre achava que ela amava mais a música do que dela própria. Eu tinha muito dinheiro guardado, por não ter com oque gastar, então estava despreocupado com relação à isso. Eu amava gastar meu dinheiro com minhas meninas. Mona era bem controlada quando queria, ao contrário de minha filha. Hayley era responsável, mais não à leve em um shopping se não tiver umas notas sobrando na carteira."

"Ainda faltava 2 meses para o término das férias de Hayley. E nós decidimos explorar o país. Depois voltaríamos e arranjarímos escola para Hayley e um seviço para mim e Mona. Fizemos as malas e fomos. Piombino, Grosseto, Livorno, Cecina, Siena, Firenze foram algumas das cidades que visitamos. Estávamos entrando apenas em cidades grandes, mais Hayley insistiu que entrássemos em Volterra para passar a noite, pois estava tendo um festival."

Eu que estava ouvindo tudo sem interromper, na hora que ele disse "Volterra", congelei e arregalei os olhos. O quadro de Carlisle veio em minha cabeça. Aro, Marcus e Caius. A "corte" vampírica. Tive que perguntar para saber se realmente eu ouvi certo.

- Você disse Volterra? - Perguntei de olhos arregalados.

- Sim, eu disse Volterra. - Ele disse com uma frieza que eu não tinha vivenciado ainda...Ele parecia tão feliz o tempo todo. Eu pressentia que essa história não tinha um final feliz e que os Volturi, sim, os Volturi, estavam de uma forma que eu me recuso à imaginar, estão incluídos nessa parte de sua vida.

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