sábado, 11 de setembro de 2010

Capítulo 5 New life, New Pain.

Capítulo 5


Eu ainda estava assustada pelo oque ele acabou de confirmar. Ele não estava mais com o brilho no olhar que ele estava quando estava falando sobre a mulher e a filha. Os olhos dele estavam preto fosco...sem brilho. Percebi que ele sofria em falar sobre oque aconteceu em Volterra... Eu não queria que ele fosse forçado à lembrar, então me manisfestei.

- Se você desejar, não precisa me contar oque aconteceu, vejo que é difícil para você...

- Está tudo bem. Eu já superei. Já foi mais difícil falar sobre isso. Pensar sobre isso. Mais com o tempo, foi ficando mais fácil.

Hmm, "ficando mais fácil"... Pensei nisso 1 segundo. Será que algum dia será mais fácil falar e pensar sobre os Cullens? Minha mente me deu a resposta na hora que pensei o sobrenome dele. Não, nunca seria mais fácil. Eu queria poder falar deles com naturalidade, mais o famoso buraco no peito não permite. Olhei para Thomas com olhar de compreensão e curiosidade, dizendo com o olhar que ele pode continuar quando quiser. Ele entendeu e assentiu.

- Ok, Bella. Continuando, Hayley nos fez entrar em Volterra. E assim fizemos. Entramos na cidade e procuramos um hotel para passarmos a noite. Achamos um hotel bem simples, pois logo de manhã iríamos voltar para Montepulciano, já que nesse dia, faltavam apenas 2 semanas para as aulas de Hayley começarem e ainda teríamos que arrumar um emprego e uma boa escola para Hay estudar.

"Deixamos as coisas no hotel fomos andar pela cidade. Estava tendo um show de uma banda local no centro da praça principal, e quase a cidade inteira estava lá, ou andando por aí pela cidade. Assistimos a banda até que Mona cansou de ficar de pé e nós fomos até o banco de praça mais próximo e nos sentamos. Ficamos conversando até uma mulher loira se aproximar."

Nessa hora eu estaquei. Ele também estava tenso.

"Ela veio até nós e disse 'Olá, eu sou Heidi, eu sou guia turística e estamos oferecendo aos visitantes um passeio gratuito pelo castelo Volturi, aquele lá' Ela apontou para as torres altas, o castelo dos Volturi, e voltou à falar 'vocês aceitam?' Hayley, que estava olhando para as torres com os olhos brilhando, olhou pra mim e emplorou para que fossemos. Eu não via porque não e nem Mona, então aceitamos."

"Heidi nos pediu para segui-lá, e assim fizemos. Ela tinha a pele branca como mármore, era loira tinha olhos violeta, oque hoje sei que resultam de uma lente azul em olhos vermelhos. Nós à seguimos e nos juntamos à um grupo de pessoas que também estava fazendo o "passeio turístico". Tinha 15 pessoas, conosco 18 . Ela nos levou pelo corredorres nos falando dos quadros e das estátuas. Hayley e Mona estavam super empolgadas."

"Estávamos andando em um corredor que tinha uma grande porta no final, quando ela parou, olhou para trás e disse 'Agora vocês irão conheçer a corte de Volterra, os Volturi, por favor, aconteça oque acontecer, façam silêncio a não ser que eles lhe peçam para falar algo.' E então ela abriu a porta. Todos nós entramos e ficamos de boca aberta com a beleza de todos naquela sala. A porta atrás de nós foi fechada. Ninguém falou nada, respeitando a ordem de Heide. Todos, menos Hayley. 'Olá, eu sou Hayley. Então vocês são os Volturi?' Todos os olhos se viraram para ela. Naquele minuto eu não entendia o perigo que isso era, então apenas abaixei e sussurrei no ouvido dela 'Você não ouviu oque Heidi disse? Silêncio!' Ela abaixou a cabeça e murmurou um 'Desculpe'.

"Então ela levantou a cabeça, e imagino que a primeira coisa que ela viu foram 8 pares de olhos vermelhos olhando para ela, porque a mão dela voou para a boca sufocando um grito e ela arregalou os olhos. Todos nós nessa hora olhamos para ela com os confusos e eu perguntei 'oque foi agora?'. Ela olhou para mim ainda com as mãos na boca, respirou fundo, retirou as mãos da boca e sussurrou com uma voz apavorada 'os olhos deles'. Todos olhamos para as oito pessoas que naquela sala estavam, ainda olhando para Hayley com um olhar que dizia 'você devia ter ficado quieta'. "

"Na sala tinha 3 tronos que ficaavam os "chefões" e os outros 5 ficavam dois de um lado e três do outro lado das cadeiras antigas. O que estava sentado no trono do meio se levantou e andou até ficar à dois metros de nós e disse 'Olá, meu nome é Aro, esses são Caius'apontou para o loiro sentado à sua direita 'Esse é Marcus' Apontou para o outro à sua esquerda, que tem cara de entediado e cabelos negros até os ombros 'E aqueles são Jane, Alec e Felix e Demetri e Eleazar' Apontou para uma pequena garota loira, um garoto que estava ao lado da menina que se parecia muito com ela, um grandão que pareçia ter passado a vida na academia e tomando esteróides ,um homem magro e alto de rosto fino ao lado do grandão e um homem sério que parecia estar em torno dos 32 anos de idade e de expressão cansada."

"Todos olhavam para eles de olhos arregalados. Eu puxei Mona e Hayley pela cintura, para mantê-las perto de mim. Ninguém falava nada. Aro continuou 'Esses 5 são meus guardas favoritos, por isso estão aqui comigo e meus irmãos.' Ele olhou para Hayley e depois desviou os olhos e ficou sério 'Bem, vou distribuir vocês em 10 duplas e cada dupla vai para um lugar na sala' Aro disse isso e eu apertei mais as duas em mim. Eu já tinha decidido que não iria deixar nenhuma delas se separar de mim. Mais todos já tinham percebido que iríamos todos morrer e que não era nenhum que poderia tomar sequer uma decisão."

"Todos estavam em duplas em certos lugares na sala, menos nós 3 e mais uma garota. Aro nos olhou 'Posso saber o nome de vocês quatro?' Ele perguntou mais ninguém respondeu. Ele disse mais sério 'Eu já percebi que são teimosos.Eu quero saber seus nomes' Ninguém respondeu, ele já ia falar alguma coisa quando Hayley o interrompeu rapidamente 'Eu sou Hayley Calleguer e esses são meus pais Thomas e Monaliza Calleguer. Essa moça aqui eu não faço idéia de quem seja' Na hora eu fiquei bravo com ela, ela era tão abusada! Será que ela não via o perigo que estavamos correndo? Parecia que não."

"Aro também percebeu que ela não estava com medo 'Está tudo bem ma petit, eu só queria saber que são vocês três, agora por favor um de vocês queira ir com a moça.' Eu não ia deixa-las, nunca, mais eu não tinha alternativa dei um beijo na cabeça de Hayley, mas Mona olhou para mim e disse 'Eu vou com ela, proteja nossa filha, eu sei me cuidar' Eu sabia as palavras que na verdade ela queria dizer, Se você for nós duas vamos ficar desprotegidas. E tem como evitar que uma fique, então que assim seje. Eu à olhei, à abraçei e sussurrei um 'eu te amo' em seu ouvido. Ela fez o mesmo com Hayley, que também estava ciente da situação. Eu chorava, Mona chorava, todos choravam, menos Hayley, ela estava querendo se mostrar forte, eu nunca vi ela chorar desde os seus niversário de 10 anos, quando o cachorro do vizinho a mordeu."

"Ela sabia que iria morrer, mais não chorava eu entendia porque. Uma vez ela me disse que quando ela morresse, ela iria enfrentar a morte de cabeça erguida e não ia reprimir nada que quisesse fazer, a não ser chorar. Disse que nunca choraria por nada que não gostasse dela e quisesse seu mal. Mona largou Hayley e seguiu para a moça. Pegou as mãos de sua parceira e foram para o local indicado por Aro, que assitia a cena sem expressão. "

"Hayley olhou para mim, sorriu um pouco e disse 'eu te amo, não importa oque aconteça, sempre estaremos juntos, infinitamente" e tocou o colar, que o pingente era o símbolo do infinito (∞). Ela sempre dizia que era o símbolo dos Calleguer, pois nosso amor era um amor infinito. Aro se manifestou 'Bem, cada Volturi siga para sua dupla.' Ele andou em minha direção e de Hayley, mais então, Hayley apertou forte meu braço. Eu olhei para ela ela estava com uma expressão de ódio que eu nunca tinha visto antes. Nem quando eu bati em seu namorado (agora ex), ela fez essa expressão. Até eu fiquei assustado. Aquilo estava além do ódio. Aro continuou se aproximando e então quando estava à meio metro de nós, pegou meus braços e os tirou de Hayley. Eu lutei, mais nada adiantava, ele era mil vezes mais forte do que eu."

"Ele me colocou de lado e falou que se eu ficasse quieto, Hayley sofreria menos. Eu não queria ver minha filha sofrer. Escostei na parede. Os olhos de Hayley estavam vidrados em Aro com um ódio que emanava dela. Ela seguia com os olhos os passos dele enquanto ele andava até ela."

"Em volta de nós, muitos já tinham morrido, mais eu não me importava, eu apenas estava focado em Hayley. Aro chegou perto dela e tirou os cabelos de seu pescoço. Nesse momento eu descobri oque ele era. Ele estava aproximando o rosto do pescoço dela quando Eleazar larga sua presa e grita 'ARO NÃO!!'

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